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O "amor" tem sido um conceito fortemente violentado ao longo da evolução da língua portuguesa. Usamo-lo para tudo, por nada. O problema é que quando o queremos empregar com o sentimento que achamos ser o correspondente ao peso da palavra, soa a pirosice. E depois há aquela eterna fronteira... Onde acaba a paixão e começa algo mais? Podem ou devem coexistir? Qual vem antes? Qual vem depois? Sucedem-se sempre da mesma forma? Questões cuja resposta não pode ser dada por outrém mas sentida por nós, e eu, sinto que sei, precisamente o que sinto...

E porque hoje me fizeste sentir especial, e porque não tenho qualquer dúvida acerca do que sinto, e porque me estou a cagar para o que os outros achem ser lamechice ou não, apetece-me escrever isto: AMO-TE.

 

 

publicado por Mário às 20:51 | link | partilhar