Quem sou eu?

 

 

Chamo-me Mário Lopes, sou natural de Setúbal e nasci num solarengo dia 12 de Agosto (em 1986). Nunca frequentei infantários porque era demasiado agarrado às saias da mãe. Aos 6 anos fui viver com os avós paternos, onde fiquei até acabar o ensino primário. Cresci com dois primos praticamente da mesma idade e, ao contrário destes, era capaz de me entreter dias inteiros com tropas verdes de plástico. Ao entrar na adolescência deixei de ser o rapazinho modelo e tornei-me num puto com a mania da rebeldia. Reneguei Cristo e choquei toda a família. Afirmei-me pela insistência e ganhei respeito por preferir a via racional, mesmo que muitas vezes soasse a falso.

De aluno brilhante a aluno desinteressado foi um passo. A aluno que não ia à escola foi outro. Mesmo assim aguentei-me até ao 12º mas, apercebi-me que a vida universitária não era para mim. Tirei um curso (de mecânica naval) na empresa onde hoje exerço. Vivo num apartamento em regime de partilha e, orgulho-me de não pedir nada a ninguém.

Fui - desde cedo - adepto do movimento grunge, mas de forma faseada tornei-me num amante de Delta/Mississipi Blues, Classic Jazz, Funk e Soul.

Em termos cinematográficos, sou fã do(s) Padrinho(s) de F. F. Coppola (e Mario Puzzo), d'O Pianista de R. Polanski e d'A Lista de Schindler de S. Spielberg.

O Processo e a Metamorfose de F. Kafka são as duas obras que já li mais vezes, mas para me descontrair gosto da literatura infanto-juvenil de Isabel Allende.

Tenho sido um nómada na blogosfera desde 2003. Antes disso mantive uma rádio via web-streaming e em parceria com um amigo, criei um website (já extinto) onde recontámos a história de formação do universo (pretensioso, eu sei).

publicado por Mário às 01:40 | link | comentar | partilhar