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Perdido nas horas, algures no espaço contínuo disto a que chamo vida encontro-te, serena e suave, brisa matinal oceânica. A maresia que me relembra, que basta remar numa única direcção para sentir esperança.
Terra firme, a tal ilha miragem do náufrago, pode estar já ali, depois do horizonte infinito. É para lá que vou, e é lá que acordarei todos os dias com a tua frescura.
publicado por Mário às 00:24 | link | comentar | partilhar